
Presente Rio de Janeiro, 1999
O teatro está lotado. Elza entra no palco. O chão some e ela cai no fosso. O ruído da plateia a leva de volta ao passado.
Drama musical biográfico
Taís Araujo como Elza Soares produção Andrea Barata Ribeiro
Preta, quando a queriam branca. Artista, quando a queriam mãe. Esposa, quando a viam prostituta.
Do planeta fome aos palcos do mundo. Da menina com lata d'água na cabeça à rainha no trono. A vida de Elza Soares contada pelos seus renascimentos.

Presente Rio de Janeiro, 1999
O teatro está lotado. Elza entra no palco. O chão some e ela cai no fosso. O ruído da plateia a leva de volta ao passado.

Passado anos 1940
Uma menina carrega uma lata d'água numa estrada de terra. Numa visão, São Jorge profetiza: ela vai apanhar muito, mas sempre vai se levantar.
No programa de calouros de Ary Barroso, na Rádio Tupi, a pergunta sobre de que planeta ela vinha ganha a resposta que atravessaria a vida inteira: do planeta fome.
Em 1962, o encontro com Garrincha. O amor arrebatador faz dela alvo do moralismo do país. Ela responde cantando.

Diante do alcoolismo e da violência dentro de casa, ela vai embora para sempre.
Depois de perdas que ninguém deveria viver, ela decide cantar para não enlouquecer. E volta à cena.
Elza sempre foi rainha. O mundo é que demorou para perceber.
Fontes: deck do projeto e documentos públicos do projeto na CVM e na ANCINE. A coautoria do roteiro diverge entre o deck (Maíra Oliveira) e a imprensa de 2025 (Viviane Pistache). Nome, imagem e voz de Elza dependem de autorização do espólio.